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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Fonte: Divulgação

Por Clycia Macedo

A implantação das UPP'S (unidade de Polícia Pacificadora) em algumas áreas do Rio, principalmente na Zona sul, causou uma migração da violência para áreas mais pobres, como o subúrbio da cidade. Lugar rodeado de grandes favelas e conhecido pelo alto índice de criminalidade.

Encontramos um levantamento feito pelo portal UOL , que mostra no subúrbio uma taxa de homicídio 1.900% maior do que em bairros pacificados. A taxa de homicídio na região de Bangu e Realengo é de 39,4 casos por 100 mil habitantes. A região é campeã de mortes violentas da capital.

Das 23unidades pacificadoras, apenas duas estão instaladas na zona oeste (Cidade de Deus e Batan), a maior parte delas ainda ocupada por meliantes é subordinada ao poder da milícia, cerca de 6 milhão de moradores, 26% da população carioca e 37,5% já assistiram os tipos de mortes registradas na capital, só no ano de 2012. 

A região de Realengo é uma das mais violentas

Diante esses dados, o blog achou importante passar para os leitores algumas dicas de segurança. Buscamos em sites especializados alguns conselhos para fugir de assaltos, roubos, etc. Bom, aqui vai..

Assaltos:

A dica mais importante é nunca reagir, ligar para 190 e buscar orientação da Polícia Militar.

Evitar rotinas, sempre criar novos itinerários e estar sempre atento na rua e ao sair de casa.

Estacionar em lugares movimentados e de preferência com iluminação.

Evitar deixar objetos de valores no interior do carro ou deixar objetos no porta luvas, como documentos.

Observe as pessoas suspeitas próximo ao veículo, ao estacionar ou ao parar em algum cruzamento.

Tome cuidado com rodas, som e outros acessórios para não despertar a atenção de meliantes.

Usar sistema de alarme, chave geral e corrente na direção. 

Em residências: Atenção em áreas internas e externas.

Em transporte coletivo:  Ande sempre com o dinheiro da passagem contado ou dê preferência aos vales transporte; cuidado com carteira, bolsas, celulares, correntes, etc.

Em ônibus com poucos passageiros, procure viajar próximo ao motorista; Evite ficar sozinho em pontos de ônibus isolados.

Mantenha a bolsa na frente do corpo; Não carregue muito dinheiro ou objetos de valor, grandes quantias de dinheiro ou cartões de crédito, se não houver necessidade e muito menos deixe a carteira no bolso de trás.
Ao notar que está sendo seguido, procure mudar várias vezes o lado da calçada.

Evitar transitar utilizando jóias, tênis ou roupas caras; Não abra a carteira ou a bolsa na frente de estranhos.
Ao sair sozinho, procure sempre ficar no centro da calçada e na direção contrária ao trânsito. Fica mais fácil perceber a aproximação de um veículo suspeito.

Não deixe de comunicar a presença de elementos suspeitos nas proximidades de sua casa.

Ao retornar, notando algum sinal estranho (porta aberta, luzes acesas, etc.), não entre em casa, chame a polícia.

Sequestros:

Não reaja em nenhuma circunstância; Procure obedecer todas as exigências do bandido. 

Tente observar as características físicas, cicatrizes e marcas; Peça auxílio à polícia assim que for libertado.

NÃO ESQUEÇAM: NÃO REAJA E LIGUE IMEDIATAMENTE PARA 190 

Encontramos no site DICASEG mais dicas de segurança, vale a pena conferir. No site da PMERJ (Polícia Militar do Rio de Janeiro) também é possível saber mais dicas de como se prevenir de um possível sequestro.

FIQUEM SEMPRE LIGADOS:

Nas Compras: Procure não ir às compras sozinho. Se possível leve alguém para acompanhá-lo, é mais seguro;

Nunca deixe sua bolsa ou compras em locais onde possam ser roubados;

Prefira pagar suas contas com cartão ou cheque. Assim você não precisa conduzir grandes quantias em dinheiro;

Procure não entrar em lojas muito cheias. Faça suas compras em horários de menor movimento;

Evite carregar muitos pacotes para não ocupar as duas mãos;

Nunca mostre dinheiro em lugares públicos, especialmente em bares, restaurantes, cinemas, lojas, barracas de camelôs, etc.

No caso de furto ou qualquer ocorrência policial, não perca tempo, comunique imediatamente à delegacia de polícia mais próxima da área.

Nos Terminais Rodoviários, Ferroviários, Cais do Porto e Aeroportos:  Não aceite ajuda de pessoas não credenciadas interessadas em carregar sua bagagem;

Nunca deixe a sua bagagem sem ninguém de confiança olhando;

Cuidado com menores no aeroporto ou na rodoviária;

Ao despachar qualquer bagagem, inclusive de mão, verifique se estão muito bem fechadas;

Coloque identificação visível em todas as suas bagagens;

Ao viajar de ônibus, evite carregar objetos de valor e principalmente grandes quantias em dinheiro;

Nos ônibus interurbanos, desconfie de passageiros que sobem fora dos pontos de parada e sem bagagem.

Por Clycia Macedo

Por Clycia Macedo

Alguns bairros da Zona Oeste estão sofrendo com a falta constante de energia, moradores relatam que falta luz pelos menos uma vez por semana. “ Toda hora acontece isso, a pessoa chega em casa e não tem luz, o calor está insuportável e vai piorar com a chegada do verão.” Contou Dona Lúcia Maria, moradora de Realengo.

Os bairro de Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro, Realengo e Bangu são os mais atingidos, até a área comercial está sofrendo com a falta de energia. “Outro dia o Shopping Bangu ficou fechado o dia todo, não tinha luz em lugar nenhum, acabou lá para as 14h e só voltou no inicio da madrugada, é um absurdo.” Relata Felipe Martins, morador de Bangu.


Por Clycia Macedo

Alguns moradores já tiveram prejuízos maiores, equipamento elétrico queimado e alimento perecível estragado. Procuramos a Light, que informou está trabalhando para solucionar os problemas, mas que ainda não sabe a causa dos apagões, hoje foi possível encontrar várias equipes técnicas nas ruas. Esperamos a solução imediata e tranquilidade para os moradores nessa época do ano tão quente.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Por Alesi Gradici (Comunicação consiste em Jornalismo e Publicidade)

Por Tábata Igrejas

A Universidade oferece há 17 anos o curso de graduação em comunicação social.

A Universidade Castelo Branco tem seu campus sede em Realengo, na Avenida Santa Cruz e foi a primeira universidade da Zona Oeste. O curso de comunicação social possui 17 anos. Em 2011, os cursos foram divididos, abandonando a nomenclatura “comunicação social”, que não é mais utilizada por orientação do MEC. Hoje são reconhecidos como cursos independentes: jornalismo e publicidade.

A coordenadora e professora Rosangela Rocha, que trabalha há quatorze anos na instituição, afirma que muita coisa mudou durante esses anos. Por exemplo, quando surgiu o curso, não existia o ICOM (Instituto de Comunicação e Marketing) eram apenas laboratórios e os setores da empresa eram separados. “Eram departamentos isolados que não tinham uma estratégia de marketing, de relacionamento como tem hoje, que tudo faz parte do ICOM”, afirma a coordenadora do curso de publicidade.

A coordenação do Malafaia foi a responsável por montar o ICOM junto com a professora Patrícia que teve uma passagem rápida, de apenas um semestre como coordenadora. Com a saída dela, a professora Luciana Julião assumiu a coordenação de comunicação e a professora Alice Selles ficou como coordenadora adjunta por causa da área de publicidade. As professoras ficaram cinco anos trabalhando na coordenação.

Os laboratórios foram melhorando e renovando o equipamento, juntaram-se todos os setores que são de marketing e comunicação da instituição em um Instituto de Comunicação e Marketing. O laboratório de fotografia está vinculado ao ICOM e ele é utilizado para fazer fotografias para manuais, materiais da instituição, eventos e para as áreas de fotopublicidade e fotojornalismo. Não só ele, mas os demais laboratórios servem para atender a instituição e os cursos de publicidade e jornalismo. Além do crescimento do curso de modo geral, houve uma mudança em termos de currículo por leis estabelecidas pelo MEC.

“A gente estudava mais a parte tradicional do jornalismo. De uns dois anos pra cá, começou a investir mais nessa parte de mídias em relação a facebook e twitter. O curso está mais voltado para essa área.”, disse Carine Maciel, estudante de jornalismo e estagiária de mídias sociais no ICOM. Carine estuda na Castelo desde 2010 e trabalha no ICOM há quatro meses. A estudante, a princípio, pensava em fazer cinema e ficava na dúvida, mas optou pelo jornalismo: “(...) quando entrei na faculdade de jornalismo eu comecei a me interessar por jornalismo também, aquela parte de redação e tal. Aí eu comecei a gostar e agora não quero mais largar de jeito nenhum.”


sábado, 30 de novembro de 2013

Fonte: Divulgação
Por Luana Souza

Poderia sem mais uma comum manhã de sexta-feira, ir à faculdade e de lá para o estágio, mas algo parecia diferente. As horas passavam e não havia notícias, o coração apertava e a angústia crescia. Nem aparecer no Skype, que era de costume, ela apareceu naquele dia.
Em prantos familiares se uniram, distribuíram cartazes pelo bairro e mensagens via internet. Pediam qualquer tipo de informação,  algum tipo que trouxesse paz de volta. Rezavam para todos os santos e pediam para que o pior não tivesse acontecido, mas os esforços pareciam ser inúteis.
“Ela nunca se atrasou no emprego. Estranhamos quando ligaram falando que ela não tinha chegado ao estágio”, comentou a vizinha, Ana Lúcia Assis.
A primeira notícia veio de uma mulher, que ligou para um dos telefones divulgados nos cartazes e informou que viu um corpo no mar. A informante disse ainda ter visto um casal brigando próximo ao local. O coração sangrava, uma pobre mãe não poderia acreditar no fato que era retratado no telefone, mas infelizmente era verdade.
Por mais de 24h desaparecida, Pâmela Belarmino, de 19 anos, foi encontrada morta na manhã de sábado na Praia da Ribeira, Ilha do Governador. Seu corpo apresentava marcas de estrangulamento e um dedo do pé quebrado.
Testemunhas contaram ter visto a menina pela última vez na companhia de um homem de 44 anos, que cursava o sexto período do curso de Administração, junto com ela.
Márcia Belarmino não queria acreditar que sua única filha fora assassinada de forma tão drástica e, pior, pelo próprio colega de faculdade, que assumiu o crime depois do seu sepultamento. Ele admitiu ter a matado por sentir forte atração pela jovem e a mesma não querer envolvimento.
A jovem não tinha namorado ou ninguém que aparentemente pudesse querer seu mal. “Ela não bebia e saía sempre com a mãe”, lamentou Ana Lúcia. “Nós queremos justiça”, disse. A família afirma ter pedido as imagens das câmeras da faculdade e que teria sido negado.
Fonte: Clycia Macedo
Por Clycia Macedo

Não é de hoje que assaltos frequentes acontecem nas proximidades da Universidade Castelo Branco, cuja  razão pode ser  a proximidade com a comunidade Vila Vintém. Com sua sede localizada em Realengo, a universidade enfrenta grandes problemas com relação à segurança, principalmente no turno da noite.

A implantação de Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) em outras comunidades causou migração do tráfico para a Zona Oeste, aumentando assim o número de assaltos, furtos e outros crimes. É constante a reclamação dos moradores. “Aqui tem tiroteio quase todo dia, depois das dez da noite evitamos sair de casa. Tá todo mundo com medo na região.”, diz a moradora que preferiu não se identificar.

Fonte: Clycia Macedo
Funcionários da universidade relatam que são muito comuns assaltos aos estudantes. “Do outro lado da rua tem uma boca de fumo e um ponto de prostituição. Troca de tiro dá pra ouvir sempre, assaltos são constantes, eles escolhem meninas sozinhas, quase sempre.  Já faz tempo que a UPP está para ser implantada, mas até o momento ficou só na promessa.” , contou um funcionário que também preferiu não se identificar.

A situação é preocupante. Assim que anoitece, as ruas no entorno da universidade ficam escuras e desertas. É possível observar usuários de crack rondando e fica mais evidente o ponto de prostituição do outro lado da rua Francisco Real. Quem frequenta o bairro à noite conhece bem esse cenário. Estudantes relatam o medo ao sair da universidade. “Já fui assaltada duas vezes no ponto de ônibus que fica quase na entrada da comunidade, já perdi a conta de quantas vezes vi alguém ser assaltado. Agora espero o ônibus no posto de gasolina perto do ponto.”, relata uma estudante.


Os moradores pedem medidas simples. “Precisamos de uma cabine de policia instalada aqui, a polícia só passa e não fica. A iluminação também precisa melhorar, ruas escuras facilitam a ação de criminosos.”, finaliza um morador que não quis se identificar.


Por Cristiellen Cristina

Por Cristiellen Cristina

A passarela foi construída no meado de 1994, para acessar o bloco F, o bloco do curso de Educação Física e está em péssimo estado. A passarela liga o bloco F aos demais blocos, é feita de madeira e vem causando medo nos alunos e nas pessoas que transitam para chegar a piscina, campo de futebol, academia e a quadra.

O desgaste das madeiras se deve a exposição ao sol e a chuva, que faz com que a madeira apodreça. Alguns alunos reclamam do mau estado em que se encontra a passarela, que balança quando as pessoas passam e que também tem madeiras quebradas e sem pregos, aumentando o risco das pessoas que passam por ali.


Por Cristiellen Cristina

Conversei com uma das aulas da Universidade Castelo Branco, Raquel Calvário, que tem 21 anos e é estudante de jornalismo, a aluna disse ter medo ao transitar pela passarela, pois balança muito e tem tacos de madeira soltos e também acha que deveria haver manutenção em um menor período de tempo. No dia em que fui até a passarela me deparei com degraus unidos com arames. Um dos funcionários que faz parte da manutenção da universidade, não quis se identificar, estava trocando apenas um dos tacos danificados, os demais continuam no mesmo lugar. Ele afirmou que tem muito tempo que não há manutenção no local.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013


Por Verônica Guerra

Por Verônica Guerra

Quem nunca sonhou em ir pra Disney, fazer um mochilão pela Europa? Tirar uma foto na Estatua da Liberdade e comer um croissant em Paris, conhecer as praias de Ibiza e se tiver tempo, visitar o Coliseu. Bom, a verdade é com um mundo cheio de lugares maravilhosos,  fica difícil escolher um só lugar. Mas será que ninguém vê as maravilhas que possuímos aqui no nosso Brasil? 


Boa parte das pessoas que conheço, vivem querendo viajar para o exterior, conhecer outros países e outras culturas. Porém, não se deram o luxo de fazer um pequeno tour pela cidade onde moram. Precisamos conhecer melhor onde moramos, nossa própria cultura, antes de explorarmos terras alheiras. Ainda mais no Brasil, um país com tanta diversidade e encantamento. Vamos conhecer um pouco do que temos por aqui:

Rio de Janeiro - RJ

Além de suas famosas praias, o Rio de Janeiro oferece a seus visitantes uma enorme lista de passeios. Tais como: corcovado, pão de açúcar, floresta da Tijuca, Sambódromo da Marques da Sapucaí, Parque Laje e alguns museus, como o de Museu da Arte Moderna do Rio de Janeiro. E o novo passeio que os turistas gostam hoje em dia é o passeio no Morro do Alemão e o da Rocinha. Visando o ecoturismo existem trilhas como a do Morro da Urca e vôos de asa delta. 


Por Verônica Guerra


Foz do Iguaçu - PR

Seu cartão postal são as cataratas que se localizam no Parque das Águas. Com passeios diversos, dentro do parque você pode se deparar com micos e guaxinins. Para aqueles que querem ficar mais próximo da natureza, existe o arvorismo, o rapel e até mesmo o raffitng. E em frente as cataratas, tem o Parque das Aves, com mais de 150 espécies. E para aqueles que desejam conhecer o exterior, podem dar um pulo no Paraguai e na Argentina já que fazem fronteira com Foz.


São Paulo -SP
A grande Metrópole também é ótima para se conhecer. Cercada de museus, tais como: Museu da Língua Portuguesa, Museu de Arte de São Paulo, Museu do Ipiranga entre outros. Para aqueles que gostam de compras não podem perder o Brás ou a 25 de Março. Também tem o famoso Hopi Hari para aqueles que gostam de uma aventura. Sem esquecer da vida noturna agitada de São Paulo, que garante aos baladeiros um ótimo fim de semana.


Bonito - MS
Com a terceira água mais cristalina no mundo, Bonito oferece um dos melhores ecoturismo do Brasil. Com diversas grutas para serem exploradas, o seu cartão postal é a Gruta do Lago Azul. Com a água cristalina, tem um efeito lindo quando o sol toca sua água, dando a ilusão de que a água é azulada. Com direito a rapeis e tirolesas, os passeios de Bonito são cheios de muita fauna e flora. O lugar é cercado de uma beleza natural, com lindas cachoeiras.


Existem milhões de outros lugares a serem conhecidos e explorados pelo Brasil. Lugares belíssimos para passarem as férias ou até mesmo um final de semana, com passeios ainda mais interessantes. Troque um Coliseu por um passeio pelo Pelourinho. Conheça um pouco do nosso belíssimo país!

Fonte: (Imagem do Tumblr)

Por Verônica Guerra

Pra quem não conhece, Doctor Who é um seriado britânico de ficção cientifica. A série que começou nos anos 1963, conta a história de um senhor do tempo. Um alienígena humanoide conhecido como O Doutor (The Doctor) que viaja através do espaço e tempo em sua nave a TARDIS (Tempo e Dimensão Relativas no Espaço) que tem a aparência exterior de uma cabine policial londrina de 1963. O Doutor busca sempre viajar com um acompanhante, levando normalmente um humano com ele em suas aventuras.

Em 1989 a série foi cancelada, ficando fora do ar durante 15 anos. Em 2005 o ator Christopher Eccleston deu vida ao Doutor na sua reestréia na TV. Durante esses cinquenta anos, treze atores deram vida a esse grande personagem da televisão. E em uma pesquisa feita pela TV britânica o Top 10 dos melhores Doutores fica assim:

1° Jon Pertwee (3° Doutor);2° David Tennant (10° Doutor);3° Patrick Troughton (2° Doutor);4° Tom Baker (4° Doutor);5° Peter Davison (5° Doutor);6° William Hartnell (1° Doutor);7° Matt Smith (11° Doutor);8° Sylvester McCoy (7° Doutor);9 ° Christopher Eclesston (9° Doutor);10° Paul McGann (8° Doutor)



Fonte: (Imagem do Tumblr)

No dia 23 de Novembro, um especial foi ao ar na televisão e nos cinemas de todo o mundo, nomeado The Day of the Doctor (O dia do Doutor). O especial teve a participação de David Tennat e Billie Piper, uma das acompanhantes favoritas pelo público. Contou também com John Hurt, Matt Smith e Jenna-Louise Colleman o Doutor atual e sua companheira.

O especial de seus 50 anos, o Doutor é chamado até a Galeria Nacional de Londres onde algumas pinturas foram quebradas pelo lado de dentro e justamente ali uma fenda no espaço se abre e o Doutor entra na mesma parando em 1562, encontrando uma versão mais nova sua. Enquanto isso o Doutor original trava uma batalha com ele mesmo e com a ajuda do Bad Wolf aka Rosie Tyler, ele procura resolver o seu dilema e acabar ou não com a guerra entre os Senhores do Tempo e os Daleks.

Apesar de não ter tido David Tennant e Billie Piper contracenando juntos, o especial do seriado agradou boa parte dos fãs, afinal, tocaram em um ponto que vem assombrando o Doutor desde a primeira temporada em 1989, o fato dele ter destruído seu próprio planeta, Gallifrey. Suas outras formas não se lembrarão do que aconteceu nesse dia 23 de novembro de 2013, mas nós os fãs, sempre lembraremos.


Fonte: (Imagem do Google)


Por Luana Souza
Cursos de curta duração aprimoram cada vez mais o quadro de profissionais
Cursos e treinamentos de curta duração levam em consideração o intuito de capacitar e qualificar o quadro profissional das empresas, não só pessoas já formadas como universitários. Os cursos, de natureza técnica, têm duração em média de 30 horas, podendo variar dependendo dos módulos. São desenvolvidos com o propósito de oferecer novas habilidades e competências essenciais ao cumprimento de seu papel institucional, o aperfeiçoando dentro da sua determinada área de trabalho, melhorando a qualidade e a eficiência do serviço, visando interagir com a sociedade e promover ações de responsabilidade social.
Os cursos são promovidos segundo dois critérios: primeiro quando a própria empresa se disponibiliza buscar algum departamento que precise de uma necessidade especifica do setor e demanda um curso apropriado, ou quando o próprio contratado se acha defasado em relação ao mercado de trabalho. Os cursos são abertos para pessoas de diversos lugares e auxiliam novas ideias para abrir novos cursos, através de pesquisas feitas em relação ao que esta acontecendo no cenário atual.
Existem muitos cursos de curta duração e um leque de opções para todos os gostos e necessidades. Um profissional capacitado e preparado para os desafios do mercado sai na frente em busca de um bom emprego. Aqui vai algumas dicas de bons cursos: Fundação Getúlio Vargas (FGV) disponibiliza diversos cursos na área de Administração, Gestão Pública, Direito etc. Outra opção interessante é o IBMEC que oferece cursos de Graduação, Educação Executiva e Mestrado, entre outras opções.

"Eu gosto sempre de saber o que esta acontecendo na atualidade. É sempre bom nos aperfeiçoarmos cada vez mais, o mercado muda constantemente e para isso temos que estar preparados. Os cursos de curta duração estão cada vez mais sendo essenciais para o desenvolvimento do profissional, melhor ainda é quando esses cursos nos possibilitam avaliações no final, os quais testamos o que aprendemos ao decorrer do curso”, declarou Monik Manoel, estudante de Serviço Social.
Fonte: (Imagem do Google)


Por Ana Carolina Oliveira

Engarrafamento, calor, transporte lotado, cansaço... Quando tudo parecia não poder piorar, seu colega do lado começa a ouvir “ah lelek, lek, lek...”. O som é tão alto, que a sua distração passa a ser, descobrir quem é o DJ da vez. Consequentemente, todos os passageiros são obrigados a acatar a música. Para não dizer, ruídos sonoros, pois se misturam com as freadas do ônibus, buzinas e discussões no transito.
Você tem que se submeter ao estilo musical do outro, porque simplesmente, o cidadão não usa os fones de ouvido.

No estado da Paraíba, é proibido o uso de aparelhos sonoros em transportes públicos. A lei não admite a utilização dessas mídias em trens, ônibus ou balsas. Aqueles passageiros que desobedecerem à nova ordem pagarão uma multa de R$ 1 mil. Essa instrução vale também para as empresas que consentirem o descumprimento da lei.

Amanda Ribeiro já discutiu no ônibus por causa disso: “O sujeito estava ouvindo funk proibido, ao lado de uma mulher com crianças. A cada pornografia, uma pergunta cabeluda que a mãe não sabia responder e ficava constrangida. Eu comecei a reclamar e aí, como em todo transporte: a falação foi geral. No final, a gente colocou ele pra fora do ônibus”,  conta.
Outro fato que Amanda nos conta são os conflitos musicais dentro de um mesmo ambiente. “De fato, música coletiva não é o meu forte. Até porque às vezes, a gente tem a guerra do celular mais potente. Um coloca o funk, o outro, com raiva, coloca música evangélica e quando você vê, virou feira musical ambulante”, complementa a entrevistada.

O último ponto que podemos inserir nesta reflexão são as pessoas que gritam ao falar no celular. É impressionante como em poucos minutos conseguimos saber tudo da vida daquele indivíduo que fala, ou melhor, berra ao celular. “Às vezes a pessoa fala tão alto em uma ligação, que a gente desce do ônibus com a sensação de ter acabado de ler uma biografia”, comenta Amanda.

Alguns Estados já estão proibidos o uso de tais aparelhos. Entretanto, a discussão não para por aí. Além das leis e das multas, devemos, antes de tudo, ter bom senso e pensar no próximo antes de agir. Talvez o que nos falte é aprender a viver em sociedade. Sejam gritos, músicas ou ruídos sonoros, independente de todos esses fatos, pensemos agora se estamos violando o respeito à individualidade de cada um.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Por Agatha Rios
Por Júlio César Ramos


Mil cento e dezenove. Esse é o número de curtidas da foto mais popular de Agatha Rios no Facebook. Uma menina aparentemente comum, que tira fotos no espelho para colocar nas redes sociais, vai ao salão se embelezar e sai à noite com os amigos. O diferencial da moradora do Moradas do Itanhangá (condomínio localizado em Jacarepaguá) é que, na verdade, ela é um menino.

De olhos verdes e batom vermelho, Felipe (seu verdadeiro nome) conta que se sente uma mulher. Definida como transgênero (pessoas que nascem com um corpo característico de um sexo, mas se sentem, desejam e agem como o sexo oposto), Agatha é super popular em Rio das Pedras, comunidade que fica a cerca de quatro minutos do prédio onde mora. As redes sociais são o reino da celebridade local: ao acessar sua conta, mais de 30 notificações saltam da tela, entre solicitações de amizade, mensagens e curtidas em fotos ou status.

Ela, que vê em sua atitude, seu corpo e seu estilo os motivos da popularidade, nunca imaginou que um dia seria tão feminina. Meio sem jeito para falar sobre a época em que se assumiu homossexual, Agatha diz que foi aos 15 anos de idade. “No comecinho foi difícil, né... Mas a minha família aceitou e, quando eu me dei conta, já me vestia completamente igual a uma mulher. Antes eu já usava uma coisinha ou outra de menina, sabe... Uma sapatilha, um tênis rosa, um relógio mais enfeitado e por aí vai”, conta.

Apesar de carregar a imagem da garota de atitude, pessoalmente Agatha é mais tímida. “Minha vergonha já me fez perder tanta coisa, preciso perder um pouco da timidez”, confessa. No entanto, sua paixão por roupas, maquiagem e calçados acaba captando a atenção de quem estiver a sua volta. Seja na rua, no shopping ou na internet, as pessoas notam seu gosto por moda. “Sou gostosa, mas não sou burra. De que adianta ter um corpo lindo se a cabeça é oca?”, questiona.

Agatha se mostra satisfeita consigo hoje. “Tem garoto que me zoava há três anos atrás e hoje pede para sair comigo!”, diz, entre risos. Polêmica, a jovem de 17 anos não cansa de usar a rede para distribuir indiretas: “Tem muitos que adoram zoar os gays na frente dos amigos, para depois vir correndo atrás da gente. Tem aquelas meninas que discriminam a gente, mas muitas delas não sabem com quem o namorado tá saindo de madrugada!”, desabafa.

Sobre o preconceito, ela diz que já sofreu muito, mas que hoje em dia não se incomoda com isso. “Antes, eu passava na rua e via pessoas falando de mim, mexendo comigo, e ficava ‘pê da vida’. Hoje eu tenho me dou mais valor, sou mais básica e ignoro essa gente ignorante, quem são eles para querer me julgar?”, pondera.

Em uma fase mais calma, ela fala sobre o passado sexualmente agitado: “Já fui muito a favor do sexo sem compromisso, pois ser livre e independente e a melhor coisa, né, mas hoje prefiro namorar. Amo sair e qualquer homem que eu namore precisa aceitar isso!”

Agatha tem orgulho de ser quem é, como é. Ainda mais com as mensagens que recebe. “Muita gente posta no meu ask (site de perguntas, anônimas ou não) ou no face falando que me admira pela minha coragem de me mostrar. Também já me disseram que eu dei coragem para a pessoa ‘sair do armário’ e se jogar!”, revela. Mas a imagem que ela cria na web às vezes é prejudicial. “O povo fala que eu sou metida, só porque eu me visto bem e ando na rua séria, sem ficar rindo. A minha timidez é muito grande... Na maioria das vezes as pessoas falam comigo, e eu nem lembro quem elas são, aí dizem que me conhecem do Facebook, elogiam as fotos, sempre tem alguém...”, explica.

Com seu sucesso virtual ligado diretamente a sua aparência, seu corpo é de extrema importância. “Não malho, mas pretendo malhar muito. Adoro dançar. Acho que é o que ajuda mais. Nunca tomei hormônio feminino, porque dizem que pode causar câncer. Quero colocar silicone quando for maior de idade... Mas nada muito exagerado, e tudo com calma, para não sair nada errado”, fala a adolescente vaidosa.

A relação com a família foi muito importante para ela. “Minha mãe, Andreia, é a minha base de força! Ela me defende de tudo e de todos! Meu padrasto é um amor, me aceita numa boa, me ajuda financeiramente e me trata bem. Ainda tem a minha avó, que é alguém que jamais deixarei de amar... Não tenho nada a reclamar da minha família!”, conclui.

Com a internet como aliada, a mudança para Del Castilho, que deve acontecer dentro de alguns meses, não assusta a moça, que poderá manter contato com seus amigos. Contudo, ela prevê que sentirá muita falta da vida em Jacarepaguá, com todas as suas noitadas.

Agatha Rios nada mais é que um retrato de jovens homossexuais que tem coragem suficiente para dar a cara à tapa. Apoiada na família e nos amigos, conseguiu o que muitos querem ter, mas não alcançam: o sucesso, a plenitude e o bem-estar consigo mesma.

sábado, 16 de novembro de 2013


Por Luana Souza

Por Luana Souza

Realengo é conhecido como um dos bairros mais movimentados da zona oeste, apesar da sua extensa área militar apresentar segurança, não é isso que os moradores confirmam. A famosa praça, onde fica localizada a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, é recorrente se encontrar meliantes fazendo não só pequenos furtos como também venda de drogas. Os moradores, comerciantes e visitantes do local reclamam da falta de segurança, para eles falta policiamento efetivo na área, até existe uma cabine de polícia, porém, segundo os moradores, nunca funcionou corretamente. 


Ao ser entrevistado, um policial que preferiu não se identificar, contou que, por falta de contingente, os policias da cabine foram transferidos para o Hospital Albert Schweitzer e essa patrulha que fazia a ronda, estava ali para substituí-los. 

Por Luana Souza

"É muito comum presenciar assalto aqui, semana passada eu vi um senhora sendo assaltada na porta do banco, levaram toda a aposentadoria dela, a gente fica com medo né, eles não se importam mais com horário, ta horrível", declarou a morador Maria Lúcia Dias, que frequenta a praça todos os dias.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Fonte: Imagem do Google

Por Tábata Igrejas 

A moda “Lolita” surgiu no final da década de 70 e início dos anos 80 no Japão expandindo-se para outros paísesAs lolitas ou “lolis são uma tribo urbana que tem como principal característica a cultura kawaii (fofa), com inspiração na época vitoriana, no rococó e até mesmo na própria infância. Vestidas como bonecas, costumam usar meias ¾, saias rodadas na altura do joelho, rendas, anáguas, sombrinhas e leques como acessórios. Sem qualquer relação com o livro de Nabokov, a origem do nome ainda é incerta. 

Exaltando o feminino e o delicado, as garotas procuram evitar a imagem sensual e exibir o corpo em excesso. A moda Lolita, possui regras rígidas e vários sub estilos. Alguns deles são: Classic Lolita (um visual mais maduro e elegante com cores mais clássicas e acessórios como camafeus e pérolas), gothic lolita (preto e branco são as principais cores usadas, os acessórios podem ser crucifixos, cartolas e tudo que lembre o gótico)sweet Lolita (o estilo mais infantil com roupas em tom pastel e maquiagem leve), country Lolita (normalmente as estampas são de frutas e flores, como acessório um chapéu de palha) erlolita (estilo mais sexy, com decotes um pouco maiores e roupas de couro ou vinil).

 Fonte: Imagem do Tumblr (Misako Aoki, embaixadora kawaii.)


No Japão, as lolitas são comuns e o país escolheu uma Embaixadora Kawaii, para divulgar a cultura ao redor do mundo: Misako Aoki. A jovem já esteve presente em vários países, incluindo o Brasil. A “Terra do Sol Nascente” aposta na cultura pop para exercer influência em outros países. No Brasil, os fãs do estilo devem procurar por produtos importados ou costureiras. 

Em uma matéria do Jornal Hoje, um repórter perguntou a Misako AokiO que significa ser uma Lolita?”. Em resposta, ela explicou: É transformar o sonho em realidade. Toda mulher gosta de se sentir como uma princesa. Com a roupa de Lolita, isso é possível mesmo depois de adulta.